sexta-feira, 12 de agosto de 2011

EDIÇÃO E ACOMPANHAMENTO EDITORIAL

Desde a sua fundação que a ADPA, tendo também por objecto a divulgação da cultura arouquense, em particular, e do património e ambiente, em geral, numa perspectiva de consciencialização para o seu valor, preservação e salvaguarda, se dedicou à edição de alguns trabalhos, bem como ao apoio, colaboração e acompanhamento editorial de muitos outros, para os quais estudiosos, entidades públicas e particulares têm solicitado colaboração.
A ADPA conta hoje com mais de meia centena de trabalhos editados que, ano após ano, têm vindo a melhorar a sua qualidade, recorrendo sempre às últimas técnicas de impressão e encadernação.
Apresentamos abaixo, muito suscintamente, alguns desses trabalhos, que podem ser adquiridos na sede da associação ou contactando com esta, nas principais papelarias de Arouca e, alguns deles, também em livrarias a nivel nacional.
VOLFRO! Esboço de uma Teoria Geral do "Rush" Mineiro. O Caso de Arouca.
de José Miguel Leal da Silva

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"Pelo "mar" de Mançores adentro"

Pelo "mar" de Mançores adentro é o título do mais recente trabalho editado pela Associação de Defesa do Património Arouquense. Como o próprio título indica, trata-se de um trabalho que versa sobre a freguesia de Mançores e, nomeadamente, sobre as estórias peculiares que se contam e ouvem contar, desde tempos imemoriais, sobre aquela bela e encantadora freguesia do concelho de Arouca.
Pelo "mar" de Mançores adentro, a lançar muito brevemente, conta com o apoio da Caixa Agrícola de Arouca e Arouplás, Plásticos Técnicos, Lda.

sábado, 6 de agosto de 2011

Alvarenga e o Motim de 1943.
por José Nuno Pereira Pinto.
Arouca 2008
248 páginas.

sábado, 12 de março de 2011

COMUNICADO DA ADPA SOBRE O PROJECTO PARA A REGENERAÇÃO URBANA DO CENTRO HISTÓRICO DE AROUCA
Reunida a Direcção da Associação da Defesa do Património Arouquense e analisados que foram os “itens” constantes das intervenções a serem levadas a efeito pela Câmara Municipal de Arouca, na zona histórica de Arouca, considera que não existiu uma participação tanto quanto desejável, em que as Associações e o público em geral, fossem devidamente auscultados com vista a dar a conhecer, e mais do que isso, recolher ideias e opiniões que contribuíssem para uma intervenção consentida e que a serem concretizadas afectarão toda a história de uma terra e de um povo. Democracia é abertura e não um círculo de quadratura limitado a eleitos.
Da análise do referido projecto concluímos a existência de aspectos positivos e negativos que passamos a salientar:
Aspectos positivos:
- Requalificação do Terreiro de Santa Mafalda, com proibição de estacionamento de viaturas e reimplantação do antigo portão de acesso ao mesmo.
- Criação da extensão da Biblioteca Municipal e de um espaço museológico.
- Arranjo do actual Parque Municipal, bem como do Campo de Jogos.
- Consolidação do Jardim Municipal.

Aspectos negativos:
- Arranque das árvores na parte superior da avenida 25 de Abril para as substituir por outras.
- Reposição do trânsito de pesados de passageiros na avenida 25 de Abril e criação de uma faixa para passagem de autocarros, em frente ao Parque Municipal.
- O pseudo anfiteatro a construir na Praça Brandão de Vasconcelos é de reduzida dimensão para grandes espectáculos. Além disso a intervenção e a alteração profunda da fisionomia da Praça é um rude e injustificável golpe à história e ao património, dado que esta marca uma época de transição e até afirmação da comunidade civil arouquense. Outros povos e outros políticos teriam orgulho e jamais aceitariam a modificação deste espaço que só serve os interesses de quem elaborou o projecto e nada mais.
- Mudança do chafariz para uma parte lateral. É uma outra asneira sem justificação possível.
- Intervenção injustificável na alameda D. Domingos de Pinho Brandão, com uma rua no centro, e sentido único, pois os custos inerentes às obras não são correspondidos com benefícios para a população. A haver aqui intervenção justificar-se-ia na chamada zona H7 – espaço que se encontra em estado de degradação e abandono.
- Retirada do Monumento aos centenários implantado no Terreiro de Santa Mafalda para o colocar na Alameda
- Reformulação do trânsito automóvel na Alameda, já que obriga a que os automóveis tenham que ir à Rua Coelho da Rocha, com prejuízos desnecessários para os comerciantes.
- O esquecimento e a falta de medidas concretas quer para a antiga rua dos Currais quer para a de Santo António, que embora se encontrem entre as mais emblemáticas da vila, são as que se mais esquecidas e deitadas ao mais completo desprezo e abandono nos seus múltiplos aspectos como se não existissem.
Finalmente, e encontrando-se este país em crise, não nos parece ser de bom tom destruir história para reconstruir em moldes modernos. Preservemos o nosso passado e construamos sim, igualmente, espaços de futuro. A identidade dum povo não se afere por obras de fachada, mas por obras que saibam fazer uma transição entre o passado e o futuro. A serem concretizadas as programadas obras na Praça os nossos vindouros lamentarão tal como nós, as destruições que ali já foram feitas, no final do século XIX, destruindo uma igreja manuelina que aí existia.
Os políticos, infelizmente, por razões que não nos apraz dissecar, não aprendem nem com os erros do passado, o que não deixa de ser grave e, mais do que isso, lamentável.
Ouçamos o povo, democracia é isso!
A Direcção da ADPA

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

ASSEMBLEIA GERAL
CONVOCATÓRIA
Eu, António Jorge Brandão de Pinho, presidente da Mesa da Assembleia-Geral da ADPA - Associação para a Defesa do Património Arouquense, em conformidade com as disposições legais aplicáveis e estatutos da associação, convoco todos os associados para uma Sessão Ordinária, a realizar Sábado, dia 12 de Fevereiro de 2011, pelas 21h00, na sede da Associação, sita no Largo de Santa Mafalda, na vila de Arouca, com a seguinte
ORDEM DE TRABALHOS:
1. Apresentação e votação dos Relatórios de Actividades e Contas, referentes ao exercício de 2010;
2. Apresentação, discussão e votação do Plano de Actividades e Orçamento, para o exercício de 2011;
3. Tratar outros assuntos de interesse.
Arouca, 12 de Janeiro de 2011
O presidente da Mesa da Assembleia-Geral
António Jorge Brandão de Pinho
Se à hora indicada não houver quórum, a Assembleia terá inicio decorrida meia hora com o número de associados presente.